sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O lado B da vida de exportada


FONTE : GOOGLE
 Algumas pessoas já mencionaram que gostam do que escrevo por aqui. Divertido, engraçado, dinâmico entre outros conceitos são como as pessoas rotulam esse espaço, o que me faz agradecida e inspirada à escrever, mas também já fui desafiada à escrever o lado B da estória. Aquele das noites solitárias, dos dias tristes, dos dias de relação de amor e ódio pelo país em que vc reside, coisas desse tipo, gênero e natureza.

Confesso que no primeiro ano de expatriada carreguei meu blog com muitos posts irreverentes,ácidos e revoltantes.Entendi que fez parte da fase das descobertas, das frustrações, decepções.

Nesse segundo ano, eu sei que existem coisas que são como Bruce Hornsby once said :That's just the way it is, somethings will never change. E quer saber? Não cabe a mim mudar. Cabe a mim aceitar o diferente e seguir em frente. Tem coisas na América que amo? Of course! Mas tem coisas na América que detesto? Absolutely! - nessa 2a temporada ( oi?! seriado?!)  em terra fluorescente tem sido mais uma peneira pra mim. Peneira essa que tenho aprendido a filtrar o que me pega e o que não me pega. O que eu abraço e o que eu não abraço. Nesse meio tempo descobri que nem todo brasileiro é camarada assim como nem todo americano é sacana.

Têm gente boa e ruim nos dois lados e tem preconceito dos dois lados também. O que me leva a não abrir sobre os desabores da vida por aqui é o fato de eu não ver que o meu azedo em branco, vermelho e azul possa ser relevante à alguém[talvez até seja, para que os outros  não  sintam sozinhos nessa empreitada], mas eu aprendi que os desabores são parte da vida, do processo de adaptação , da descoberta de si mesmo. Eu achava que sabia muito de mim mesma, mas eu vi o quanto me descobri depois que cheguei aqui.

Têm coisas que doem? Sim. Não poder trabalhar, ainda não poder estudar e nem dirigir.Não poder ver a minha família, porém como tudo na vida passa, isso vai passar também. Em todo lugar do mundo existem dificuldades.Se estivesse no Brasil, estaria enfrentando outras dificuldades também. É normal. Muitas pessoas daqui e do BR chegam pra mim e dizem: "ah, eu não sei como vc consegue ficar longe da sua família, do seu país, ficar "confinada" em casa." - Tudo na vida é uma questão de perspectiva.



e o que vêm na minha cabeça é :

 Ah não sei como vc consegue ficar se maldizendo tendo carro e ficar reclamando da gasolina ou do trânsito.

Ter um emprego mas achar que ganha pouco.

Ter uma faculdade e achar uma tormenta estudar.

Ter uma família e achar um saco ter que se reunir todos finais de semana.

Reclama que tá gordo, tem dinheiro, mas não vai pra uma academia.

Têm amigos na vida real com os quais se contenta em manter laços medíocres via redes de relacionamento.



É a tal da ingratidão: Não escolhe família, posição social, sexo, etnia, país ou sociedade.

Não precisa estar confinada ou no limbo para descobrir isso.

Isso entre outras coisas , é o que eu não consigo entender dessas pessoas.

27 comentários:

  1. Adorei o seu post, Gi...gente boa e ruim existe em qualquer lugar, bem como preconceito e corrupção, por exemplo..acredito que o olhar que a gente tem é que define se de fato, a gente gosta ou não da vida que a gente leva! Beijos

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  2. Você está mais do que certa Gisley.
    Se você estivesse no Brasil, certamente também teria problemas (e quem não os tem???)
    A felicidade está dentro da gente, e não no lugar que a gente habita (pelo menos eu penso assim).
    Você me parece uma pessoa que tem bastante "jogo de cintura", e tenho certeza, que com o passar do tempo, cada vez mais, as coisas vão melhorar para o seu lado.
    Você estando bem com DEUS, e com o seu amor, o resto você tira de letra. :)

    Beijão, e tenha um lindo final de semana

    Cid@

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  3. Oi Gi, respondendo à pergunta que você fez no meu blog: o alvo da minha pesquisa vai sendo constituído aos poucos, seguindo a rede que eu for formando espontaneamente na convivência na blogosfera, pela relação com as blogueiras que já aceitaram colaborar (tipo Beth, Edelize...), por exemplo, e que dialogam comigo. Não tenho feito entrevistas diretas nem questionários, nem pretendo fazer tão cedo. Quero primeiro conviver até estar bem familiarizada com o universo e ter a confiança das pessoas. É um tipo de trabalho interpretativo em que chegar e jogar um monte de perguntas não adianta. Pretendo levar os próximos anos pensando sobre publicações na internet, escrita feminina, condição de imigrante... Então, é um projeto de longo prazo.

    Não fechei um categoria específica, prefiro o formato network em que uma pessoa me indica outra ou até se envolve com as reflexões da pesquisa (que são as mesmas das próprias blogueiras) espontaneamente. Gostaria de contar contigo, também, claro. Teu blog é muito informativo, mas também tem esse conteúdo reflexivo que desperta boas discussões. Fora que é bastante interativo e tem uma coisa que me chamou atenção desde o início, que é o uso de postagens em vídeo, uma originalidade dele dentro desta rede de blogs de expatriadas que se conhece e se comenta reciprocamente, que venho lendo. Por causa dessa característica, inclusive, fui levada a repensar o modo inicial como eu via os blogs, como espaço de elaboração de textos, de escrita. Isso me abriu os olhos para outras dimensões da comunicação via blog, como as imagens, fotografias, vídeos. Tenho estudado antropologia visual (da fotografia e agora também do vídeo e cinema) justamente por causa disso. Então, mesmo sem querer, você já me deu uma ajuda e tanto logo no início do meu interesse pelo assunto. Obrigada por isso.

    Se quiser saber mais, só perguntar: etmart@gmail.com
    Beijos

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  4. Eu quando cheguei na Italia tambem passei esses apertos: queria trabalhar mas nao podia, dirigir nem pensar, enfim, minha vida estava nas maos da lei italiana e como voce disse, tudo passa. E passou. Tambem aprendi a ser mais paciente, as vezes me revolto e depois quando me acalmo paro e penso no por que da minha revolta e me dou conta que sou eu a errada, porque muitas vezes gostaria de que os italianos fossem como os brasileiros, mas sou eu quem devo adaptar a eles...., mas aos poucos a gente aprende a conviver e ate mesmo a rir dessas situaçoes. Voce falou que nem todo brasileiro è camarada...., pensava que isso acontecia so na Italia. Sinto falta de ter amizades com brasileiros, mas os que encontro è daqueles que voce da a mao e eles pegam o braço todo, por isso as poucas amizades brasileiras que tenho pessoalmente sao boas, poucos e boas. Desejo que logo logo voce possa trabalhar, estudar e dirigir, aos poucos voce ira conseguir e nao ligue para os comentarios que nos deixam pra baixo. Beijos

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  5. Oi Querida!
    Pessoas boas e ruins existem em todos os setores e países, porque o ser humano é de natureza variada e as discordâncias inevitavelmente ocorrem. O que é bom para mim não necessariamente é para você. Como brasileira, você nunca chegará a pensar totalmente "americano", embora o tempo a influencie muito, então é natural se incomodar com certas atitudes e sentir-se sozinha. Mas, a vida é assim, aprendemos a sermos seletivas, guardando somente aquilo que nos agrada em termos de amizade e descartando os outros relacionamentos ou, no máximo, sendo cordial com os envolvidos. Amizade não tem de ser obrigação, deve ser algo espontâneo, edificante, senão não há sentido...
    Vi seu comentário lá no blog e acho que esses assuntos estão interligados. A intimidade não é justificativa para ser desagradável; pensar no bem estar dos outros é não só elegante como essencial no trato social. Até se pode falar de um problema pessoal como uma doença ou tratamento em um evento , mas não fazer disso o assunto principal da conversa, como se os outros não existissem e não tivessem os seus próprios problemas. A melhor definição de elegância é fazer os outros se sentirem bem...
    Que bom que gostou do meu post e que lhe inspirou, fico muito feliz!
    Deixei um selinho para você lá no blog.
    Beijo especial
    Adri

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  6. O que me leva a não abrir sobre os desabores da vida por aqui é o fato de eu não ver que o meu azedo em branco, vermelho e azul possa ser relevante à alguém[talvez até seja, para que os outros não sintam sozinhos nessa empreitada], mas eu aprendi que os desabores são parte da vida, do processo de adaptação , da descoberta de si mesmo.

    Entendo sua posição mas no meu caso, optei por um caminho diferente. Nos tempos de hoje, acho que compartilhar é essencial. E eu cansei de me sentir sozinha nesta selva que é a vida de imigrante (todo munco achando que a vida na Europa é um mar de rosas). Sim, é bom saber que não estamos sozinhos, e que todos passam por fases inevitáveis de adaptação, alguns mais outros menos.

    Eu optei por contar (partes) da minha experiência. Porque tenho muito pra contar, afinal moro na Holanda há 16 anos. Já tirei muitas conclusões e já mudei de idéia várias vezes porque a gente aprende e cresce.

    Admito que uso meu blog como terapia sim, meus leitores sabem disso e não se incomodam, afinal o espaço é meu, né? Os incomodados que se mudem, tem blog pra todo gosto!

    Dito isso, vou voltar mais vezes aqui no seu blog! regards from Amsterdam...

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  7. Se tiver tempo, leia este post no meu blog, sobre o mesmo assunto:
    http://bethblue.blogspot.com/2010/12/veterana-de-guerra.html

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  8. sEU POST RESUME BEM a realidade que nos casadas com estrangeiros enfrentamos. Os primeiros anos sao mesma dureza mas quando agente aceita como vc disse realmente fica mais facil. Eu aproveitei esses anos por aqui pra me descobrir melhor. Hoje conheco mais minhas qualidades, fraquezas e objetivos na vida. E com ctza agente cresce mt e isso conta mt no cv da vida nao?
    otimo post ;)

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  9. Oi Gisley, muito prazer! sou a Denise e vim através do blog da Taty da Italia. Dei uma passada rápida pelos seus posts e menina vc é muito engraçada e sincera. Muito bem!
    Gostei, mas dps volto com tempo pra ler e conhecer melhor seu blog.
    Bom fds
    Bjs

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  10. gostei muito deste post,a gente enfrenta dessabores,mas também aprendi o pior deles pra mim e falar só com Deus,não jogar peso sobre outros desnecessáriamente...os problemas muitas vezes nos fortalecem e amadurecem.Beijoss.

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  11. Falou e disse.
    Acho que o meu lado b de morar na Irlanda se resume ao meu comportamento quando estava no lado A.
    Essa semana me aborreci no twitter e percebi que não importa o quanto vc se importe com alguem, não importa o quanto vc queira o bem, existem pessoas que reclamam, reclamam, reclamam e criticam quem ao invés de propagar o baixo astral são felizes por natureza.
    Eu acho que todo mundo tem direito a um dia ruim no trabalho, no amor, na amizade, mas feliz é quem consegue enxergar o lado bom até no lado ruim, como eu, como você.
    Esse é o segredo do sucesso que pode apostar, vai bater já já a sua porta!

    beijo meu

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  12. Olá Gisley!

    Como já dito antes,coisas boas e ruins existem em qualquer lugar.Nunca morei fora para saber,mas acho que longe do país que não é o nosso,as dificuldades aumentam mas tendem a entrar em equilibrio depois de um tempo e mais tarde a gente acaba se acostumando.Talvez em breve eu me mude para a Suécia e nessas 3 semanas que estou passando aqui já comecei a sentir um pouco das dificuldades que enfrentarei,a comecar pelo idioma.Mudar de país,seja por amor,profissão ou outros motivos exige coragem e não é para qualquer um não,tem que aprender a ser forte emocionalmente,espiritualmente,se divertir com você mesmo,lidar com a solidão...Mas se vale a pena,por que não tentar?

    Beijos

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  13. Nossa Gi... não que eu já não achasse vc uma mulher madura... mas agora vejo que vc está mais madura ainda... e isso é maravilhoso!!! Graças a Deus por isso!!! Fico feliz, amiga... E é verdade, onde vc estivesse vc estaria enfrentando situações diferentes, mas glória a Deus vc está onde deveria estar, com o marido que o Senhor te deu, com a vida de vcs... e a tendência é melhorar com o passar das temporadas!!!! ;) Que vcs continuem sempre dependendo da graça do Senhor e pondo sua confiança Nele!!! Bjsss.... te amo!!! :)

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  14. oi Gi seu post foi um auto retrato de tds nós que vivemos fora do Brasil + sabe que eu tenho aprendido a me concentrar no que é bom pq o que é ruim tem no Brasil tb e se eu tô aki é pq tá valendo a pena né, escolha minha que por vezes encomoda os outros + já percebi tb que é pq tantos gostariam de tá no nosso lugar e naum podem, entao se tem gente do contra é pq a gente tá evoluindo e crescendo né, eu tb vivo ilhada dentro do meu AP + comeco a descobrir que isso tem lado bom e dá + peso pro bom que pro ruim... vamos juntas nessa caminhanda... vida que segue muy bien como se diz por aki... besos

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  15. Tudo tem seu lado bom e ruim... cabe a cada um de nós se conhecer e perceber com qual lado tem mais afinidade, mais vantagens. Tb morro de saudades da vida na terra do tio Sam, mas decidi voltar pela familia e pela oportunidade de trabalho aqui. Ai eu estava mais sozinha, mas mesmo assim, foi uma escolha e penso todo santo dia em NY. Mas nao reclamo nao....penso em tudo de bom que vivi e senti!!! bjsss

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  16. Acho você uma mulher muito corajosa e muito capaz de se adaptar ás mudanças. Tenho certeza que tem dias que nada é muito fácil, mas em seus posts também vejo como é bonito o amor que vc vive aí com seu marido, e se isso não pode ser chamado de lar, nada mais pode. Vc pode não estar perto de toda a sua família, mas vc está ao lado da família que escolheu, e, assim que puder também poderá visitá-los. O emprego, dirigir, etc, são coisas que virão com o tempo, pq se vc quiser, vc vai fazer acontecer. Essa é uma postura muito mais bonita do que simplesmente reclamar da vida e não fazer nada para mudar, como vc disse. Parabéns pela sua postura! Beijos!

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  17. Gi
    Belo texto.
    Viver fora não é fácil mas acredito que as coisas sempre estão na nossa cabeça prontas para serem descobertas, para serem "aceitadas", para serem vividas.
    Depois de um tempinho conseguimos ver com mais clareza que na verdade, são oportunidades e basta ter um pouco de paciência consigo mesma que elas meio que entram nos eixos.
    Aí, fica mais fácil aproveitá-las e ser feliz!

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  18. Olá...Tudo na vida é uma questão de escolha e principalmente de perspectiva. Em todo lugar tem gente boa e ruim, coisas boas e ruins, afinal a vida não é perfeita. Mas quando amadurecemos e aprendemos a nos adaptar as situações novas e a um novo lugar, tudo flui melhor, não quer dizer que seja fácil, mas o esforço vale a pena. E tenho certeza que hoje você se sente muito melhor por ai, do que quando chegou. As outras limitações são passageiras, daqui a pouco seu documento sai e você vai poder alcançar grandes voos por ai. Estou na torcida.
    Beijinhos

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  19. Gisleyyyyyy...q saudades de vir aqui...mas dei uma super atualizada e li os ultimos posts=)). Adorei a declaracao q o maridao fez pra vc!!!

    Flor...o melhor lugar pra se viver, é aquele onde o Senhor quer que nós estajamos. Ele te levou praí, te deu uma nova nacao, uma nova igreja, um marido, novos amigos, uma nova vida...nao que a do Brasil fosse melhor ou pior...mas ele queria te dar essa aí! Entao...aproveita...vc esta onde deveria estar!=)
    bjao...
    karine

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  20. Gi, as vezes vc se supera.

    Inspirador.

    APLAUSOS.

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  21. Assim é que se fala Gisley!

    Acho que é isso mesmo! Primeiro o deslumbramento, depois a decepcao e assim a realidade!
    A perfeicao não existe. Eu tb encontrei muitos obstáculos e encontro até hoje na minha vida em terra estrangeira, muita coisa que precisa ainda ser melhorada dentro do meu coracao, mas´eu tento não me concentrar no que é negativo e sim no que esse país trouxe de bom na minha vida e além do mais se eu amo meu marido eu preciso adotar o país dele como o meu. Lembra do que Ruth disse a Noemi? O seu povo será meu povo, o seu Deus será meu Deus e assim é conosco quando decidimos seguir aos nossos esposos, aceitar submissa e deixar que o restante o Senhor cuida!
    Gente chata e legal tem em todo lugar, aborrecimetos ou nao tb! Então corre pro abraco, seja feliz e amém pq temos a internet, telefone para matar a saudade da familía!

    Bjs e boa semana.

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  22. Gi,
    Adorei seu post, sobretudo a perspectiva da terceira, quarta, quinta temporadas... Continue escrevendo querida, para esvaziar a sua alma e encantar as nossas, pois muito do que escreves falam direto ao coracao de outras expatriadas, como eu por exemplo.
    Tb acho o cumulo do absurdo gente jogando sal grosso nas nossas feridas, como se fosse ajudar dizer essas merdas tipo: corajosa, vai topar ficar londe de tudo e de todos...
    Uma coisita eu aprendi: o mundo que nos pleiteamos nao e pra fracas. E isto faz de nos menininhas muito fortes!
    Cheers!
    Bjim
    Marcia

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  23. Gi eu moro em Cali na Colombia amore :) besos

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  24. Eu também estou confinada em casa aqui nos EUA, morava no Brasil, tinha trabalho, família e estava muito feliz. Meu marido achou que a residência médica aqui nos EUA era melhor e sonhamos juntos, estamos aqui há 7 meses. Ele trabalha 80h/semana, está sempre no hospital, cansado, estudando. Não, não tem sido fácil, tem sido difícil para nós 2. No Brasil a gente estava na nossa zona de conforto total, começando nossas carreiras, ganhando bem, sendo requisitados, enfim, estava bom e a essa altura já teríamos pagado nossa casa própria. Eventualmente penso em voltar, mas sei que o que estou aprendendo aqui, jamais aprenderia no Brasil e tenho certeza que estamos dando um passo para trás para dar 10 para frente num futuro próximo!

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  25. Super verdade, Gisley. Sempre existe os dois lados, e é uma questão mesmo de perspectiva. Por melhor que seja o lugar, sempre vai ter algum ponto negativo, e por pior que seja, terá sempre alguma coisa positiva também.
    E tem coisas qie nunca vão mudar mesmo, no matter how much we want them to change. A gente pode seguir dando murro em pobta de faca, ou virar a página e seguir em frente! :)
    Eu imagino que não tenha sido fácil pra vc não poder trabalhar, estudar ou dirigir. Eu diria até que certas burocracias são exageradas e faz qualquer cidadão perder a esportiva. Se você já está aí, mora aí, é casada, tem sua vida aí, o que mais falta pra poderem te dar esse bendito visto?

    Força na peruca, Dgisley!

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  26. Prefiro ler algo alegre e positivo. As tristezas carregamos todos nós e precisamos é mesmo ver sempre o lado bom da vida e aprender com o lado menos bom. Eu não estive muito bem e preferi não escrever sobre isso, agora veio a onda do mar e arrastou para longe. Gosto do que escreves e continua assim, em frente. Beijinhos.

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  27. Gostei do post. Gente boa e ruim é questao de personalidade... Mas tem gente que a profissao é ser pessimista e ter algo que reclamar. aff!!! bjs

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