quarta-feira, 23 de maio de 2012

Dos estrangeiros

Uma das coisas que mais gosto sobre os EUA é a concentração de estrangeiros nesse país.É muito legal sair no centro da cidade de Jacksonville e ouvir um pouco de tudo: espanhol, russo, alemão, francês, etc. Quando eu fazia aulas de inglês em downtown, minha turma era bem diversificada. 

Há também seus contras à esta questão.A maioria deles "opera" em um modo comportamental como se ainda estivessem no país de origem,preferindo não se adaptar mesmo, não se envolver, não se inserir,além de desrespeitar a cultura local e  apenas colher mesmo os benefícios que a terra do Tio Sam tem a oferecer.Tenho certeza que o mesmo não acontece só aqui, mas em outros países também.

Eu não acredito que a pessoa tenha que esquecer quem realmente é de onde veio para poder se adaptar à um novo país, mas existem fatores culturais nossos que não se encaixam no país alheio e o exemplo que citarei hoje são festas de aniversário.

Bom, queridos amigos, as festas de aniversário do Brasil são bem diferentes das daqui, principalmente as festas de criança.Sou a favor da música alta, da animação, da celebração, da risada, das brincadeiras, acho que tudo isso faz parte.O que eu não sou a favor é quando as pessoas passam dos limites e desrespeitam a cultura local em nome da sua cultura, coisa que aconteceu por aqui esse final de semana.

Para quem vive por aqui[independente de nacionalidade], entende que na cultura americana, o Domingo é como uma dia semana, pois a maioria das pessoas trabalham e o comércio é aberto normalmente.Também é o dia que os americanos[principalmente do Sul]dedicam para ir à missas, cultos[church services].Esses eventos geralmente acontecem pela manhã.

Com base nessa informação, posso afirmar que Sábado à noite, 23:30 não é hora para que uma festa de aniversário de criança ainda esteja rolando no bairro, com música alta, gritaria de criança e  gente bêbada, não respeitando os vizinhos, as pessoas mais velhas, e famílias com crianças.Tb não respeitaram a polícia[que é para estar nas ruas, protegendo os cidadãos], que teve que vir só pra colocar ordem na casa.Não vou dizer que o público era de cultura hispânica, porque assim...nada a ver, né? [rs!]

Não deu outra, meu esposo chamou a polícia, que com 5 minutos parou com uma viatura em frente ao local do evento e falou com os responsáveis da festa.10 minutos depois os barulhos foram diminuindo e enfim, a festa acabou.Porque aqui a lei ainda funciona.

Lembro-me quando o mesmo costumava a acontecer no Brasil.Nós éramos obrigados a simplesmente não dormir durante à noite toda porque ninguém reclamava e por isso mesmo ficava e se você pedisse pra baixar o som, aí é que eles faziam bagunça mesmo.

Quando a sua liberdade cultural fere à outra,já não é mais liberdade e sim libertinagem. Por isso, cuidado. Respeito sempre.Ponha-se no lugar dos outros e dos nativos.

E vocês brasileiros mundo à fora,já presenciaram alguma coisa parecida ou alguém abertamente ferindo a cultural local em nome da liberdade cultural? Fale aí! 

Isso também vale para brasileiros que presenciaram estrangeiros desrespeitando a nossa cultura em solo brasileiro.



23 comentários:

  1. Eu bem que queria precisar chamar a polícia para acabar com alguma festa por aqui, quem sabe assim eu poderia conhecer algum dos meus vizinhos...

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  2. Gisley, no Brasil tanto meu vizinho da frente, quando o da casa de trás eram super festeiros e sem limites, festas de virar a noite aconteciam, continuavam com a música alta, pasme algumas vezes 24h. Meus pais nuncam recalamram, diziam que eles estavam na casa deles bla bla bla, mas era mais pra manter a boa vizinhança. Eu nunca fui considerada barulhenta no Brasil, depois que me mudei pra Holanda, até conversar dentro do meu ap. incomodava a vizinha holandesa (ainda bem ela se mudou) ahahahha.

    Mas eu concordo com você, nesse caso, não é questão cultura (na minha opniao) é questão de bom senso, de se tocar que o horario não é mais apropriado, de que o barulho está demais e pode incomodar e tudo isso. O que falta pra muita gente é realmente uma aula de bom senso.

    beijos

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  3. Gisley, ainda não presenciei ninguém ferindo a cultura norte-americana, mas concordo com vc que uma das coisas fascinantes desse país (entre tantas!) é a salada cultural, as línguas "estranhas" que se ouvem no parque, no mercado, nas ruas... Os véus, os turbantes, ao lado das minissaias...
    Um ditado que aprendemos aqui e que adoramos "When in Rome, do as romans do" (algo assim), ou seja, se está aqui, comporte-se como um nativo. Espero que não sejamos nós mesmos os próprios a desrespeitar a cultura... Ainda ficamos nos policiando o tempo todo, pois temos crianças, digamos, bem barulhentas... Até colocar essas meninas nos eixos, vai dar um pouco de trabalho. Mas, por isso (também) estamos aqui. Nós escolhemos morar aqui, temos que nos enquadrar, não é?

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  4. vou te falar que aqui constantemente sou acordada com o susto de ter uma banda dessas regionais vestidas com roupas e tal tocando na porta do meu apartamento porque aqui é tradicao, é como uma serenata e sempre acontece a meia noite olha que legal ? e como tradicao eu nao vou poder chamar a policia somente respeitar e levar no bom humor... bjs Gi

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  5. Pois eu chamo a polícia mesmo!!! Agora que tem a polícia que faz ronda constante em cada bairro eh q eu chamo mesmo. Rapidinho eles chegam e acabam com a festa. Eu sou reclamona meeeesmo. Odeio falta de bom senso e se eu tiver dentro do meu direito eu vou atrás até o fim.
    Bjus, Gi!

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  6. Gisley, eu concordo com vc, isso nao é mais liberdade cultural nao, e sim uma falta de respeito com o outro, até no Brasil ja tem a lei do silencio após certas horas, claro a policia demora e nao age com seriedade em todos os caso, Brasil eh um país barulhento, se a policia fosse agir só nesse setor valha -me Cristo ia ter trabalho vice... O negocio é mais complicado mesmo por lá....Nós somos barulhentos até no falar rss.
    Aqui na Noruega o que impera é o silencio, coisa que eu demorei pra entender, mas me acostumei muito rapido, rss no inicio eu sentia tanta falta de barulho que sonhava muitas vezes com transito engafarrado e muitas buzinas, acredita?
    Eu acho os Noruegueses, bem silenciosos, eles tem hora pra tudo,inclusive pro barulho, e alem do mais respeitam os limites do outro(pelo menos aqui onde eu moro).
    Nós tinhamos um piano, mas meu marido deu pra irma dele, por que moramos em ap e ele só tinha tempo pra tocar esse piano a noite, quando estava em casa depois do trampo, logo os vizinho tb, sei que ninguem nunca reclamou coma gente, mas ele mesmo chegou a essa conclusao que tocar a noite era uma falta de respeito com os vizinhos que tb trabalharam o dia todo e queria relaxar em seu aps ao inves de ouvir o vizinho treinar piano rsss.
    Enfim demos o piano pra minha cunhada, nos fins de semana ele toca violao, rss mas tb durante o dia!

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  7. Concordo em tudo o que você disse!
    Claro que o estrangeiro pode e deve manter a sua cultura, mas respeito que é bom dele ter em relação aos outros!

    Aqui na França (principalmente ao redor de Paris, onde existe uma grande concentração de estrangeiro) existem muitos problemas sociais, é realmente uma panela de pressão e um dia eu acho que vai acabar explodindo. Um exemplo de despespeito sem limites foi em uma das esxolas em que trabalha o meu marido: na aula, as crianças estavam aprendendo o hino francês e a criança se recusou pois disse que os pais dinham dito que ele era de nacionalidade X e que não devaria cantar o hino! Depois se tornam adolescentes que queimam a bandeira francesa, como acontece muito por aqui e queimam carros, que é comum na festa do 14 de julho, a mais importante data festiva da historia da França.

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  8. Seu marido fez muito bem. Assim como vc eu tamrespeito a cultura dos outrso, mas tudo tem limite. No Brasil nós realmente não queremos causar problemas com os vizinhos e por isso nos submetemos a certos constrangimentos, mas quem quer respeito, também deve respeitar e nesse aspecto os seus vizinhos passaram longe nos "´bons costumes da boa vizinhanca".

    Bjo

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  9. É isso ai! Concordo com voce!
    Tem gente que quer levar o país nas costas para onde for. Se quer viver como vivia lá, entao porque nao volta?
    Em Roma faca como os romanos...
    Na casa dos outros, agente é visita e visita segue as regras da casa.
    bjsss

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  10. Eu tambem gosto muito de ouvir essa mistura cultural por aqui. Acho que independente de cultura, respeitar o outro e sempre bom, e musica alta tarde da noite, e questao de falta de educacao mesmo. Porque se voce ta no seu pais, querendo dormir o vizinho faz isso e um absurdo do mesmo jeito, a diferenca e que por la a policia nao da o ar da graca e o povo abusa, ainda bem que aqui nao e assim.
    Beijinhos

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  11. Nao acho que essas coisas estejam necessariamente ligadas a diferenças culturais, mas a diferenças pessoais. No Brasil, muita gente desrespeita o vizinho, mas muita gente respeita o vizinho tambem...

    Depende da educaçao, da criaçao, dos valores.

    Hoje fui a uma exposição de arte num shopping centre aqui em Bahrain. Era uma exposição organizada por artistas americanos, vivendo em Bahrain. do nada, sem que nem por que, os alto falantes do shopping começaram a tocar o hino americano.

    Achei culturalmente insensitivo. Uma grosseria.
    Gente sem modos tem em todos os lugares.

    :-)

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    1. Nada a ver mesmo, falta de semancol da parte deles[americanos].

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  12. Gisley, post muito interessante!! Adoro também a mistura cultural, mas concordo que muita gente muda para o USA é quer que tudo seja da mesma forma que era no país natal. O duro é que o povo quer a vida americana que convém e não a real. Como a Inaie comentou, não acho que é um hábito necessariamente cultural, mas sim de respeito ao próximo. Acho que entra no cultural no sentido de não impormos o nosso próprio espaço como os americanos fazem. (Falo do Brasil pq é o que tenho conhecimento de causa, mas imagino que outros países tenham o mesmo costume). No Brasil mta gente se sente intimidada em impor o próprio espaço, e aí, os espertões vão e abusam. Tem se medo de represálias, e tem se mto medo da falta de aceitação (lógico que não é regra, é mais uma coisa geral)e por isso as pessoas deixam de reclamar daqueles que não agem com o bom senso. Enquanto que o americano gosta de ter sua opinião respeitada e ouvida, por isso eles exercem a cidadania de uma forma diferente. Eu no Brasil já liguei para a Polícia para reclamar de vizinho, eles aparecem, mas não pode ser uma denuncia anônima, vc tem q dar a cara para bater, e não é todo mundo que quer fazer isso :( Acho que a falta de educação, infelizmente, transcede o lado cultural. Eu tenho uns vizinhos super pentelhos, e olha que o condominio onde moro, a grande maioria dos moradores são americanos, e ainda sim tem hora que eu quero esganar um rsrs Bjuss

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  13. Oi Gy!

    No ano novo comemoramos a passagem com um grupo de brasileiros, e a festa estava muito boa até a meia noite. Contagem regressiva e tals, feliz ano novo pra lá e feliz ano novo para cá, o pessoal se empolgou e resolveu fazer uma roda de samba. Depois de 15 minutos a vizinha (grávida de uns 6 meses) veio bater na porta pedindo gentilmente que a gente deixasse o batuque. Sem problemas, afinal a gente estava na casa de um brasileiro que mora em um apê, sabíamos de antemão que a "festa" somente poderia rolar até 0h30min, no máximo 1h. Todo mundo sabia disso, porque o meu amigo que não é bobo e nem nada já tinha falado com os vizinhos e então a bagunça seria somente até a hora tals. Na Suécia, ou pelo menos aqui em Göteborg, o pessoal tem esse costume: se mora em um apartamento ou uma "vila" (tipo condomínio de casas, mas aberto) SEMPRE conversa com os vizinhos em caso de estar planejando uma festa. E olha que música alta aqui não lembra nem um pouco música alta no Brasil.
    Ok. Nós tinhamos combinado que chegando o tempo limite todo mundo iria para a cidade, num clube brasileiro onde tinha baile de ano novo. Eu não tava afim de continuar a festa porque já tinha tido uma experiência ruim no clube brasileiro (não sei se rola algo parecido ai nos EUA, mas se sim, fujaaaaa!). Em todo o caso acompanharíamos o pessoal até a cidade e de lá diríamos tchau, feliz ano novo (again), etc.
    Um dos caras da festa tava empolgado demais e decidiu começar um samba no bonde. Muita gente entrou no clima e começou a dançar, tentar cantar junto (o pessoal tinha levado os instrumentos para tocar no clube também), mas um senhor se irritou e arrancou o pandeiro da mão do cidadão empolgado. Gy, acho que meu noivo é parente do Flash, porque em dois segundos ele tava entre meio o brazuca descontrolado e o velho ranzinza. Começou um bate boca terrível, uma confusão, outro pessoal entrou na briga, uns para separar, outros fazendo fusquinha e os dois estavam a beira das vias de fato! Até que a mulher do idoso arrancou ele para fora do bonde por uma porta, e nós o machinho brasileiro por outra. Nunca passei tanta vergonha na minha vida...
    Erro nosso, e erro do senhor idoso estressado né? Mas eu concordo com o que você diz, quando estamos na "casa dos outros", o que vale são as regras do dono da casa...
    Beijos!

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  14. Eu também concordo com tudo o que citou!! Morando aqui eu dou tanto valor ao meu silêncio... e adoro o respeito que as pessoas tem quanto a isso. Não lembro de situações de desrespeito, mas vira e mexo escuto algumas brasileiras falando besteiras em português por ai, como se NINGUÉM mais no mundo entendessem português. É muito constrangedor e eu fico com vergonha alheia!! Uma vez, marquei com uma amiga no centro e como estava bem adiantada fui fazer hora em um loja de sapatos. Lá estava uma brasileira "espalhafatosa" com a mãe (que pelo que eu percebi estava visitando-a) e com um bb. Ela falava tão alto em português e em alemão, porque afinal, ela queria mostrar que dominava bem os dois idiomas!! Eu comecei a provar uma bota e ela se meteu a dizer que estava bonita e bla bla, perguntou de onde eu era e eu respondi em espanhol que vinha da "Colombia". Putz, depois me senti até mal com a mentirinha, mas não queria dar papo pra ela...rs...

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  15. Eu creio que a liberdade da gente termina qdo a dos outros começa, no Brasil era normal a gente reclamar indo direto tocar a campainha do vizinho ou reclamando com o síndico e as coisas se resolviam, aqui no prédio onde estamos morando pra resolver coisas mais importantes como a limpeza do prédio e lavanderia eles reclamam e se comunicam com bilhetinhos anônimos que eu acho o fim do mundo.Com coisas mais bobas como a minha risada alta as 20 hs a vizinha veio pessoalmente bater na minha porta pra reclamar mas o que é engraçado é que temos um vizinho que adora ouvir música altíssima e ninguém fala nada.Acho que independente da cultura vai muito da tolerância das pessoas creio que é meio que pessoal.No Brasil já cansei de ver gringo achando que nosso país é a casa da sogra e que todo dia é carnaval mas ninguém fala nada né pq gring´s podeeeeee.Bjkss

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  16. Ainda bem que no bairro onde moro aqui na Suécia é bem tranquilo. Pelo que tenho observado, até que as pessoas se respeitam bastante com relação ao barulho, principalmente, em bairros residenciais. Toda a "muvuca" e baderna ficam no centro... o que eu acho ótimo!

    Mas assim como os EUA, a Suécia também recebe muitos imigrantes e confesso que algumas culturas me chocam um pouco.

    Vivendo e aprendendo!

    Beijos

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  17. Gis, eu acho que a falta de educação dos seus vizinhos não é uma questão de cultura, de falta de respeito à cultura local! É simplesmente falta de educação meeeeeeeeeeeesmo! Ignorância! Aqui no Brasil, em Fortaleza, pelo menos, a gente sabe que o pessoal adora música alta! Um paredão! Hahuahuahuahau! Daquele tipo que impede os outros de ouvir os próprios pensamentos, né?! Aqui, são brasileiros desrespeitando outros brasileiros! Imagino que esses mal educados, se um dia chegarem a morar em outro país, farão o mesmo! E, olha, nesse rol de pessoas limitadas intelectualmente, estão o meu irmão e muuuuuuitos dos meus primos! rs
    O que me chama atenção é a questão da ordem, das leis, da punibilidade! No Brasil, assim que os policiais dão as costas, o pessoal aumenta o volume do som de novo! E nunca acontece NADA! Nos EUA as pessoas não fazem isso porque sabem que serão punidas! A certeza da punição impede a transgressão! Exatamente o oposto daqui! No Brasil, mata-se, rouba-se, dirige-se embriagado e ouve-se som nas alturas porque todo mundo SABE que NADA acontece! So sad...

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    1. Poisé Tábitha, por aqui, se eles tiverem que voltar uma segunda vez, vai todo mundo preso. For real :)!

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  18. Oi Gi,
    Bom senso e respeito cabem em qualquer lugar, cultura, país e nacionalidade. Sei que quando a gente se muda para a terra dos outros, levamos conosco nossas raízes e modus operandi. Mas uma adequação à cultura local é condição sine qua non tanto para se adaptar, como para demonstrar ao país que nos acolhe que estamos dispostos (as) e play along their rules.
    Portanto... bola preta pra festinha barulhenta sábado a noite!
    Bjs
    Márcia

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  19. Aqui na Italia (ao menos na regiao norte e centro) nunca tive problemas com vizinhos festeiros, a galera com relaçao a isso è bem tranquilo. ja no Sul da Italia, principalmente Napoli, a lei do silencio nao existe e ninguem reclama. Em Sao Paulo nao adiatava reclamar, pois como voce mesmo disse, a galera por birra, aumentava ainda mais o som e fazia mais barulho.
    Respeito è bom e todo mundo gosta.
    Beijos

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  20. Como você disse, aqui no Brasil a coisa é diferente. Mas ha locais em que a policia, as vezes, consegue resolver e acabar com a festinha, sabe. Uma vez, em um hotel, não conseguíamos dormir por causa de uma festinha em um dos quartos vizinhos, ligamos reclamando na recepção e falaram que eram estrangeiros (não falaram o país) e que ja tinham pedido pra diminuírem o som e pararem com a gritaria, viramos a noite dormindo e acordando de 5 em cinco minutos. É uma situação super desconfortável e que a gente acaba ficando sem saber como agir. Aqui em casa a gente não é de dar festas, mas sempre que ha ocasião pra isso, pensamos muito nos vizinhos.

    Encontrei seu blog dia desse no blog de uma amiga. Adorei sua ideia e tenho MUITA vontade de, um dia, se Deus permitir, morar nos EUA. Na verdade é mais que vontade, é um sonho de criança.

    Beijo,

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    1. Realmente Marcelo, isso é uma falta de respeito.No país deles isso jamais seria aceito.Eu acho que nós brasileiros compramos a idéia de que aquele que luta pelos seus direitos é na verdade um chato,um careta, pq desde pequenos somos ensinados a viver com a impunidade.Já reparou?Começa cedo na escola quando o aluninho que não estuda quer que o nerd coloque o nome dele no trabalho, no grupo e passe pesca.Enfim, uma tristeza.

      Desejo vc sucesso na sua trajetória à vinda aos EUA. Não desista, invista no seu inglês, conheça estrangeiros, converse com eles cada vez que tiver oportunidade e organize suas finanças que dá certo.Eu falei disso mais aqui:

      http://vivendolaforanoseua.blogspot.com/2011/06/como-voce-consegue-ser-tao-determinada.html#axzz1vsnNSbvC

      Tenha um ótimo final de semana.

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