sábado, 8 de setembro de 2012

Leveza

FONTE/SOURCE:PINTEREST
Respirar. Investir.Sorrir.Primeiro para si mesmo.Se olhar, se descobrir, se reinventar. Prestar atenção.No pulsar do coração, na roupa que vestiu, no café que tomou.Na torrada que experimentou, numa novidade que descobriu. Leveza é uma arte perdida.

Nesses últimos dias essa palavra tem vindo à minha mente com bastante frequência.E leveza é um conceito muito foreign num país onde "ficar parado" e não estar engajado numa atividade é quase um pecado capital. O silêncio não é  bem-vindo por aqui.Precisa haver barulho.Sons.Muito deles, sempre! Aonde você for e onde você estiver. Eu chamo esse país do país das distrações porque o apelo ao entretenimento é muito grande.Grande ao ponto das pessoas irem ao restaurante para se socializarem e conversarem mas grande partes deles estão com a cara na ...TV do restaurante.

Um dos grandes choques culturais que tive foi quando fomos convidados à casa de uma pessoa para um jantar no intuito de conhecer pessoas novas e vice-versa.Já tinham outros convidados lá tb e estávamos todos sentados na sala.Gente, parecia um bando de E.T! Ninguém puxava uma conversa.Como começa a dar um nervoso neles, aí vão começar a mexer no celular e acessar o facebook. Aí veio o host da casa e ligou a televisão.Pronto! Todos os problemas acabaram. Ninguém precisa ficar olhando pro chão, para os lados ou ficar mexendo no telefone.As pessoas já não sabem olhar para os outros nos olhos porque elas já não olham para dentro de si.Quando não tem barulho, não tem distração, o que é que faz? Como é que age? Muitas vezes saí desses tipos de gatherings com o seguinte statement: Se é pra vir para casa do outro e assistir tv ao invés de conhecer pessoas, aí comer e ir embora, então eu fico em casa, assisto tv, como e não gasto gasolina :)! As pessoas estão juntas, mas separadas, dividem uma mesa mas estão desconectadas, tudo porque esqueceram da leveza. 

A vida sem leveza é dura.É sem graça.Sem sal. A leveza nos mostra que todos nós precisamos de nos reconectar com nós mesmos.Às vezes é necessário um "me time". Um tempo que é tirado para investir no eu.Pode ser uma música, um exercício físico, uma maquiagem bem-feita, a leitura de um livro. Um bate papo consigo mesmo através de um diário pessoal.Se o leitor for homem, pode ser o futebol, a pesca, a caça, o UFC,ou se você é como meu grings, pode ser assistir o Pica-Pau em português no youtube sem entender nada, mas achar o máximo e ficar dando gargalhada.[Marido, não liga não.Esposa te ama,amor :)! ].

Quando eu me lembro da Gisley do Brasil, eu me lembro de alguém que tirava tempo para ler revistas e livros ao som de Jamie Cullum e Sting.Ao som de música lounge e um cafezinho rolando do lado direito da mesinha.Oh...life! Daí me peguei pensando nisso essa semana.Como é fácil a gente se esquecer que a gente precisa se abraçar, se cuidar, se amar, se curtir antes de curtir os outros, antes de ter 1001 coisas para fazer. É por isso que a gente não termina o que começa, adia com os amigos, adia com os pais, já não encontra tempo para falar com os amigos no skype, já não se mandam fotos por e-mail, já não nos encontramos mais, afinal estamos todos atarefados e todo mundo entende, não é mesmo?O simples já não é presente, o sol já não faz mais diferença, a lua apenas indica que a noite chegou. A cama é só um lugar onde se joga o corpo e fecha-se os olhos...mas a mente está à 1000 por hora.Amanhã, mesmo ritmo, tudo outra vez.E a vida? Tá passando.

Se não quisermos simplesmente existir, é preciso leveza. É preciso de carinho consigo, com a vida que tem.Quando não fazemos isso, é fácil ser descontente com o que se tem.É fácil cair na comparação de que a vida do outro é melhor.É fácil achar que os nossos problemas são os piores e que ninguém entende.É preciso parar e permanecer.É preciso de silêncio tb.É preciso ouvir a si mesmo ou nada.É preciso saber o que está doendo, o que precisa ser tratado, mas tb é preciso saber o que traz prazer.

Você sabia que em 2006, a cada 18 minutos uma pessoa cometeu suicídio nos EUA?Por dia? 80 pessoas. Creio que o nível tenha aumentado.Você pode se perguntar: Como isso é possível? Um país de primeiro mundo, que oferece tantas regalias.Bom, é preciso saber viver.As pessoas têm a falsa impressão de que se está constantemente ocupado é sinal de ser produtivo.Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Antes do fazer, invista no ser.Você vai ser mais feliz e a vida vai agradecer.
Deixo com vocês esse vídeo, cena do filme Comer Rezar e Amar.Coloquei o diálogo abaixo porque o vídeo não tem legendas.





 DIÁLOGO DA CENA:


Elizabeth[Julia Roberts]: Fazem 3 semanas que eu estou em Roma e a única coisa que eu fiz foi aprender a algumas palavras em italiano e comer.

 Italiano[ de óculos]: Você se culpa porque você é americana.Você não sabe se curtir.

Elizabeth: Perdão?

Italiano[ de óculos]: Americanos...Trabalham pesado demais.Se drenam! Aí voltam pra casa e passam o final de semana inteiro de pijamas na frente da televisão.

Elizabeth: Nada mal!

Italiano[ de óculos]: Mas vocês não conhecem o prazer.Você ouve que você tem que fazer por merecer, mas um italiano não precisa ouvir isso.

Um italiano anda e vê uma placa que diz: Você merece um intervalo.E ele diz:É, eu sei!
Por isso estou planejando fazer um intervalo ao meio-dia...para ir à sua casa e dormir com sua esposa!

Giovanni[italian teacher]: Nós chamamos isso de dolce far niente, que significa a doçura de fazer nada!



FONTE/SOURCE: GOOGLE



Agora compartilha com a gente: Que coisas te deixam mais leve e mais feliz? O que você faz para se curtir?

24 comentários:

  1. Oi Gi, me identifiquei de varias formas com esse post... Eu sempre fui muito agitadinha e há alguns meses decidi ficar mais comigo do que com outras pessoas. Foi bom para me conhecer, foi bom em vários aspectos. Mas agora está na hora de retomar contatos... fazer algo mais interessante além de trabalhar e dormir! Fases da vida...rs

    Esses dias vi um video chamado desconect to conect que representa bem as suas primeiras palavras!!! bjs

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  2. Nossa Gi! Esse post me fez refletir sabe. Enquanto lia, ia pensando na minha rotina. Só trabalho e o tempo que fico em casa é vendo tv com o meu marido, achando aquilo maravilhoso. E realmente é. Mas sempre? Acho que não.
    Sabe, não é de hoje que venho pensando na leveza. Fazer algo diferente que me agrade estão nos meus planos agora, pois antes eu ainda estava me adaptando por aqui.
    Tem 3 coisas que queria fazer: aula de dança, artesanato e voltar a blogar. Um já consegui! rs
    Acredito que quando fazemos algo que gostamos e que nos tire da rotina, passamos a ter mais assuntos e assuntos diferentes!! Não conversamos só sobre o trabalho ou sobre o que passou na novela.
    A situação do povo inquieto por não 'saber mais' se socializar num novo grupo me chocou. Mas infelizmente é isso mesmo.
    Esse seu post (entre tantos) descreveu muito bem o que vemos diariamente a nossa volta.
    Parabéns! Agora vou tratar de buscar logo os meus objetivos e buscar novidades, trabalhar mais meu lado social.
    ps.: interessante que aqui no Brasil também existe isso, mas acredito que mais entre os jovens que não largam um tablet por nada!! Quanto aos adultos, principalmente se for numa região interiorana, sabem conversar mais, inclusive adoram uma 'prosinha' rsrsrs..... foi aquilo que vc citou, a Gi do Brasil e agora a Gi filosofando sobre isso nos Estates!!!!

    Um beijo querida!!!
    :)

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  3. Eu acho que o X da questão é conseguir dosar o aproveitar a vida e o ser produtivo. Acho que com um pouco de sabedoria e bom senso dá sim pra conciliar as duas coisas. O que adianta trabalhar que nem um louco e deixar para aproveitar a vida e fazer certas coisas quando chegar a "tão sonhada aposentadoria"?. Muitas pessoas não se permitem momentos de relax, mas um dia o alarme toca e será preciso correr contra o tempo... as vezes dá tempo, outras vezes será, infelizmente, tarde demais... Bjs

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  4. Gostei muito do texto, a gente vive correndo contra o tempo e atras de objetivos na vida e esquece de viver o agora, de se dar um tempo, fazer uma pausa, uma atividade que gosta so pelo prazer, em vez do dever.
    Beijinhos

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  5. Lindona, seu post me abriu os olhos! Tenho que aproveitar mais algumas coisas.

    Agradecida, viu?

    Beijos

    Selma.

    P.s. Tô te seguindo!

    Beijos


    Selma

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  6. oieeeeeeeee eu to mule kkkkk super excited vim comentar pra o post e esqueci o que iria falra voltei no meu blog pra ver o comentario e te responder kkkk e terminei ainda esquecendo de comentar sobre o post...vou ler de novo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk e ai eu comento hahahha vu colocar teu blog la no meu tb bjssssssss

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  7. Oi Gi!
    Seu post é muito bem escrito e inspira certas reflexões.
    Você já notou o quanto é difícil ficar em casa sozinha em silêncio, sem distrações de música ou tv?
    É difícil mesmo a gente olhar pra dentro, pra dentro mesmo, a fim de se descobrir, se entender, se abraçar nas imperfeições e incompletudes. Estou inclusive lendo um livro chamado "Como ficar sozinho", escrito pelo americano Jonathan Franzen, no qual ele explora com perspicácia as maluquices de uma humanidade que precisa ser curtida em páginas do facebook, ao passo que se entristece por não ter contatos humanos.
    Como diz nosso Roberto Carlos... "É preciso saber viver". Mas será que a gente sabe viver?
    Bjim
    Márcia

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  8. Lindo texto!!
    Eu gosto do "me time" como vc citou. Leio um livro , escrevo no blog, cozinho e curto um banho quente bem demorado. Adoro compahia mas amo ficar sozinha tambem ;)

    Beijinhos!!

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  9. Nossa! eu já assisti Eat Pray Love umas 1000000000000 de vezes, e essa parte do Dolce far niente, eu pratico!!! Adoro ter o momento de simplesmente não fazer nada, ficar quieta. Esse hábito meu incomoda algumas pessoas, minha mãe, por exemplo. Acha que o tempo todo temos que estar fazendo algo, correndo atrás de algo.
    Agora estou em São Paulo (capital) e sinto algumas diferenças... como sou do interior, tenho o hábito de reunir os amigos em casa...aqui não é tanto assim. Eu gosto de passar o tempo com meus amigos conversando, rindo..coisas simples. Espero que esse tempo na big city não faça eu perder esses hábitos..hihihih

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  10. Post MARAVILHOSO! Eu estou totalmente nessa vibe, tentando buscar minha leveza e meu equilíbrio, voltar a encontrar prazer nas coisas, prestar atenção no que faço, ouvir de verdade o que as outras pessoas falam em vez de ficar voajando nos meus pensamentos. Cheguei ao ponto de næo conseguir memorizar meu próprio número de telefone, nem a marca de pasta de dentes que usamos

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  11. Continuando
    Nem a marca de pasta de dentes que usamos há anos eu sei, toda vez que vou no mercado compro a marva errada. Isso é falta de atenção, mas também falta de dedicação para as pequenas coisas do dia a dia. Eu chego lá!
    Beijos, obrigada pelo post!

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  12. Com certeza, o prazer de ler um bom livro é um simples exemplo de " dolce far niente" ...
    Com a correria da casa, dos filhos, da profissão... pequenos prazeres, como este, se tornam grandes luxos. Investimentos, melhor dizendo!
    Beijos.
    Amo seus posts!!

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  13. seu texto sempre falando comigo :)... tô sentindo tanta falta do silêncio e da calma de Cali aff, aqui é tudo a mil por hora e se vc nao acompanha é chata é isso ou aquilo ai tô nem ai oh, tá td tao complicado preciso se paz comigo mesmo um pouco rsrsrs... bjs

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  14. Eu odeio FB! As pessoas não se comunicam mais pessoalmente ou fazem uma ligacão, elas escrevem no FB. Outro dia eu li um recado no Fb assim: "A minha esposa está preparando uma comida maravilhosa para o jantar", dois minutos depois a esposa do rapaz posta "Obrigada amor, a comida vai já sair...". Minha nossa!!! As duas criaturas casadas, uma do lado da outra e ninguém exerce comunicacão labial? É só no FB???
    Também detesto esse anti-socialismo de ir na casa dos outros e todo mundo com os olhos grelhados na Tv. Não é de se espantar o número de suicidios. todo mundo vive na sua bolha, no seu individualismo... Ai, saudades do meu Brasil!

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  15. PLOFT! Esse é o barulho que eu fiz ao desmaiar aqui no chão depois de ter o seu post! :-) Nem preciso dizer que já li e reli milhões de vezes... engraçado que é assim mesmo aqui na Itália, fiquei abismada pois nunca vi o filme e não sabia que eles falavam nisso. Santa Inspiração hein Dona Gisley! :-) Lindo mesmo esse teu post ( clap clap clap - tô aplaudindo :-) Beijocas!

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  16. Olá , passei pela net encontrei o seu blog e o achei muito bom,e cnão vou falar a respeito deste texto mas no blog em geral li algumas coisas folhe-ei algumas postagens, gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns,è impossivel escolher um texto e destacá-lo dos outros, espero que continue se esforçando para sempre fazer o seu melhor, quando encontro bons blogs sempre fico mais um pouco meu nome é: António Batalha. Como sou um homem de Deus deixo-lhe a minha bênção. E que haja muita felicidade e saude em sua vida e em toda a sua casa.

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  17. Eu preciso de um pouco de silêncio e de calma na minha vida!!! O que é tédio para alguns, é um momento só para mim em sintonia com os outros. Prefiro as festas ou reuniões sociais com um leve som ambiente, assim todos podem interagir.
    Semana passada fui a um restaurante brasileiro com um grupo de amigos, a música era tão forte (tinha UMA única dançarina que dançava entre as mesas!) que era impossível dialogar. Sem contar 2 teléoes em que passavam jogos (sem som). O que fizemos? Comemos, comemos e comemos!!!
    Lembrei dos restaurantes que eu ia no Brasil (churrascarias e assemelhados) que eram tão barulhentos que as pessoas só iam para comer!
    Acho que mudei, pelo menos aqui na França, os restaurantes são ambientes calmos propícios ao diálogo, e mesmo à confidências, já que geralmente não se fala muito alto! Mas por outro lado, como toda essa nova geração, para algumas pessoas é mais importante colocar in live no facebook que estão em tal lugar do que curtir o momento! Parace que é mais importante mostrar o que se está vivendo do que viver de fato.

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  18. Oiii
    amei esse Dolce Far Niente!
    To precisando disso!
    Realmente, as pessoas estao desaprendendo a ser pessoas.
    Conheco gente que é muito mais simpática pelo chat do facebook do que pessoalmente... infelizmente.
    bjsss

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  19. Adoreeeei! Amo o filme e o livro. Eu e o marido tentamos pelo menos 1 vez por semana sentar no deck e apreciar o lago, os pássaros. Esses dias acordamos as 6:30 e vimos 3 deers no nossa backyard.
    Gostamos de apreciar as pequenas coisas.
    Eu só tô agoniada porque tenho tempo de sobra pra apreciar as pequenas coisas e ficar sem fazer nada... me dá um pouco de formiga na bunda, sabe? mas é temporário =)

    bjos linda

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  20. Puxa Gi, caiu como uma luva esse texto, eu hoje fui na minha primeira sessao de terapia, pq tava caindo em depressao, vai vendo... :(

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  21. Oi Gy!
    Faz tempo que não comento, mas sempre leio seus posts.
    Eu só queria te dizer que eu sinto esse blog como instrumento de Deus em minha vida (claro que eu não to falando de todos os posts! hahaha... aqueles sobre seu cachorro e seu marido, esses são divertidos e ponto!). Mas às vezes eu entro em uma rotina muito louca, trabalho muito e me sinto sozinha e deslocada... dai eu to meio desanimada e pedindo uma luz, então chega um post como este aqui! Céus, nós brasileiros também temos uma cultura de leveza e a gente esquece dela quando sai fora do país; viramos workaholics pensando em ser produtivos e mostrar para os outros o nosso valor!
    Quanto engano... faz bem em lembrar nossa natureza e que nosso objetivo de vida tem que ser bem maior!
    Obrigada!
    Beijos

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  22. ah, quantas vezes já pensei sobre isso esses dias... esvaziei minha agenda uma época e ela está começando a ficar cheia novemnte. ai ai

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  23. Menina, esta frase eu também tenho dito por aqui: "Quando não tem barulho, não tem distração, o que é que faz?" Sem sair do espírito do teu post, porque acho que a preocupação de fundo é a mesma, eu não me conformo com o excesso de ruído, barulho oco, em torno de mim em todo lugar a que vou. Mesmo em alguns bons restaurantes, em todos os bares, lanchonetes e praças de alimentação de shopping, mesmo em mesinhas em calçadas: sempre uma tv ligada ou um telão em volume bem alto. Não bastassem as pessoas falando ao mesmo tempo. Mesmo em lugares que teriam tudo para ser tranquilos, sempre algum som insistente no fundo, mais alto do que o bom senso e o bom gosto mandariam. Tenho pensado muito sobre isso e acho que você foi no alvo, certeira. Siintoma de vazio e falta de assunto, estratégia de evitação de conversa, aproximação, intimidade. Vejo isso quando saio com amigos e vamos para esses lugares. Melhor seria dizer, saía com eles, porque já me tornei a chata que nunca quer ir para lugar barulhento. Acredita que até em um café de livraria dentro de shopping agora há uma banda cantando e tocando ao vivo. Metais, bateria... Eu acho o fim da picada. Quando saía para esses lugares, tinha que gritar para ser ouvida do outro lado da mesa, ou seja, passava a maior parte do tempo calada e acabava voltando pra casa com dor de cabeça, me sentindo frustrada. Agora, saio menos, escolho bem para onde, e se começar a ficar cheio e barulhento vou embora. Tenho preferido sair menos, convidar em casa, enfim... Menos é mais também na vida social. Menos zoeira e mais qualidade, menos superficialidade e mais genuína aproximação. Senão, entra ano sai ano e nossos relacionamentos não evoluem.

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  24. E eu, mais uma vez, compartilhei teu post no facebook, porque acho que merece ser lido por mais gente.

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